Wednesday, December 28, 2005

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Temporariamente, todas, na praia.

Thursday, December 15, 2005

Sabe o que eu estava pensando hoje?
E se os cachorros e as plantas pudessem falar?
O que eles diriam?

Sunday, December 11, 2005

texto mal feito - Talvez

Era como se ela sentisse algo inexplicável, algo totalmente diferente, porque não se podia dizer que era concreto, ela apenas sonhava com ele.
Os sonhos normalmente pareciam tão reais que ela acordava assustada, com a sensação de que a pouco havia sido beijada. Sim , nos seus sonhos sempre haviam beijos.
Quando na presença dele ela até se lembrava dos sonhos, mas era estranho, não o desejava, parecia que eles não combinavam, e não combinavam mesmo! Talvez se completassem se servisse de consolo. É como se ele a protegesse, a cuidasse, e ela adorava sentir isso, contudo sentia uma vontade louca de colocá-lo em seu colo e acariciá-lo, como que para niná-lo, como se sentisse que ele precisava dela, mesmo antes dos sonhos...Totalmente contraditório.
No último sonho que teve eles não queriam se beijar ,mantiveram-se firme, mas era inevitável! Todos os beijos eram reais, lindos e incrivelmente...deliciosos.
Quando acordava com aquela mesma sensação de sempre sentia-se culpada, mas ao mesmo tempo pensativa, entre o sim e o não, o sentir e não sentir, o real e o sonho, ela caminhava na confusão e contraditoriedade de seu coração, sempre com a mesma pergunta...Seria ele o tal príncipe?

ps.: texto totalmente vomitado, desculpem a falta de eloquência e desenvoltura.

Friday, December 02, 2005

Do meu jeito...Um dia eu podia ser Deus!

E se todo mundo pudesse ser o que quisesse por um dia?
O que você seria ?
Quem nunca pensou nisso, está mentindo. É fato.
Eu seria uma aviador, para ver o mundo de cima, ver todas as coisas como eles vêem. Mas eu queria ser um aviador no começo da carreira sabe? Quando tudo ainda é lindo, o céu é o infinito e não só um caminho para ter dinheiro no final do mês. É! Eu seria um aviador no primeiro dia no céu, onde o avião, é só um “a mais” para ficar mais perto das nuvens.
Eu seria um músico. Ou melhor, eu seria um maestro. E eu regeria a minha orquestra como um nascimento, como se tudo aquilo que estivesse sendo ouvido valesse a pena! Que das notas musicais saíssem palavras de conforto para aqueles que precisassem , ou aquilo que a pessoa precisava ouvir.E eu sentiria a música, em mim e em todos. Eu seria um maestro recém formado, por que ai, estaria me importando mais com que os outros se sentissem bem com a música do que se ela ficaria perfeita ou não.
Eu seria uma psicóloga para saber o que se passa na cabeça das pessoas, e saber se elas são assim tão estranhas internamente quanto eu. Mas eu teria sido uma psicóloga logo no início da carreira, onde cada coisa que eu ouvisse fosse uma descoberta nova dentro de um mar tão imenso que é um ser humano, e não depois quando cada caso é só história de mais um livro...Um livro e nada mais.
Eu seria uma babá , cuidando das crianças e vendo cada dia nelas um paraíso de pureza e inocência jamais antes visitado. E bem aquelas babás que ainda não cansaram das crianças e cuidar delas não é um martírio, um cansaço diário. Eu seria uma babá para que em mim fossem renovadas as coisas que naquelas crianças ainda eram tão novas.
E por fim, eu seria um padre. Pra sentir esse amor tão imenso por toda a humanidade e pra poder participar mais de perto ainda do milagre da consagração e tocar no pão exatamente no momento em que ele vira carne e beber do vinho , que é sangue.Deve ser irado. Mas um padre novo, com idéias juvenis que fossem abertas e prontas para perceber que o mundo muda e que ser padre é muito mais do que acompanhar o desenvolvimento da igreja, mas sim o desenvolvimento dos paroquianos, por que para mim, ser padre é muito mais do que ser líder, é ser pai.

Mas eu continuo sendo eu. Não que isso seja ruim, e nem que todos os padres, psicólogos, babás , músicos e aviadores não tenham paixão pelo que fazem desde o começo até o todo sempre.
O que eu não gosto é da rotina, é da perda do brilho das coisas.
Eu gosto de ser conservadora, por que quem conserva guarda coisas boas.
Eu não gosto de me deixar levar e esquecer de me importar, com o que realmente me faz feliz.

Eu não quero olhar pro céu e ver um emaranhado de nuvens, mas eu quero olhar e ver que ali é onde os pássaros voam e onde quando criança, era meu sonho chegar.
Eu não quero olhar para uma pessoa e estudá-la como se ela fosse uma lição, eu quero entendê-la.
Eu não quero olhar para uma criança e pensar no trabalho que ela vai me dar, mas sim olhar para ela e pensar na alegria que ela vai me proporcionar.
Eu não quero pensar que eu cuido de monumentos, mas sim de pessoas, e de suas almas.
Eu não quero arrumar perfeitamente a música, eu quero senti-la perfeitamente.

Eu quero viver, do meu jeito, sem atrapalhar ninguém , mas do meu jeito.
E viver intensamente ... Desse meu jeito.